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No palco, Felippe Madureira toca guitarraHá cinco anos na Dataprev, o analista de TI Fellipe Madureira separa parte de seu tempo para se de dedicar a uma paixão antiga: a música. Guitarrista há 25 anos, ele tem uma bagagem musical de peso. Já fez shows de abertura para bandas renomadas do cenário nacional, como Detonautas, Dead Fish, Matanza e Ratos de Porão. Mas não para por aí. Fellipe também abriu o show da Millencolin, banda sueca que ficou eternizada na trilha sonora do Tony Hawk's Pro Skater 2, famoso game de Skate para PlayStation.

O estilo é evidente. Ao dividir o palco com essas bandas fica claro que o punk rock, vertente conhecida pela atitude e resistência política, faz parte da vida de Fellipe por meio de timbres e riffs inquietos. Apesar de ser guitarrista, o analista de TI começou sua trajetória musical tocando bateria aos 14 anos.

“A partir disso, comecei a formar meus primeiros projetos musicais e fazer alguns shows. O punk sempre foi meu estilo, mas já participei de bandas que fizeram shows de abertura para os Los Hermanos, Uns e Outros e Pato Fu, por exemplo”, explica Fellipe.

Em 2001, trocou as baquetas pelos acordes da guitarra elétrica e desde então não parou mais. Seu currículo conta com eventos em pubs e lonas culturais no Rio de Janeiro e shows em grandes casas tradicionais da cidade, como Fundição Progresso, Circo Voador, Imperator e Teatro Odisseia. Além do Rio, o guitarrista também já se apresentou no Hangar 110, em São Paulo, e Music Hall, em Belo Horizonte.

Ainda em 2001, ele fez parte de duas bandas, Supertrumpho e Rabugentos, trabalhos que andaram paralelamente até 2007. Em 2012, fundou a banda Diabo Verde com seu amigo Paulinho Oliveira, conhecido como Paulinho Coruja no cenário rock and roll do Rio de Janeiro por participar de programas como A Hora dos Perdidos e A Vez do Brasil, na Rádio Cidade.

Com a Diabo Verde, Fellipe gravou dois CDs: “Sincericídio”, em 2012, e o mais recente álbum da banda, chamado “Veni, Vidi, Vici!” (Vim, Vi e Venci, em tradução livre), lançado em 2016. Esse último trabalho conta com a participação de Rodrigo Lima, vocalista do Dead Fish, e Badauí, vocalista do CPM 22. O show de lançamento do CD foi no Imperator, tradicional casa de shows da zona norte do Rio de Janeiro.

Fellipe deixou a Diabo Verde em março desse ano e atualmente está envolvido em outros projetos. Um deles é um tributo ao punk rock. “A ideia é tocar Bad Religion, uma das minhas maiores influências musicais, e bandas do chamado ‘Hardcore Californiano’ dos anos 1990 como Green Day, Offspring. Além das clássicas bandas do punk, como Ramones e Sex Pistols”, explica.

Fellipe é casado, tem um filho de nove anos chamado João Pedro, e concilia a paternidade, a família e o trabalho sem deixar de lado a música. “É algo que me move de verdade. Meu filho, inclusive, já me acompanhou em alguns shows. Minha sorte é que ele e minha mulher gostam de rock também, pois, ao estar envolvido em uma banda ou um projeto, a rotina de ensaios é intensa. Geralmente costuma ser durante a semana, depois do trabalho. De 22h à meia-noite. Mas sinto muito prazer em fazer isso. Música pela música. Eu cresci com meus pais ouvindo Beatles e fui absorvendo isso desde criança”.

O guitarrista revela que parte dos seus amigos da Dataprev ainda usa a banda Diabo Verde como referência. “Quem me conhece aqui na empresa às vezes me cumprimenta de maneira bem inusitada. ‘E aí, Diabo Verde, tudo bem?’. Eu acho legal esse reconhecimento”. Ele conta ainda que já se reuniu com alguns colegas de trabalho para tocar na hora do almoço. “Não formamos uma banda. Era só para tocar como hobby. Íamos ao Estúdio Hanoi, na Rua Paulino Fernandes, aqui em Botafogo”.

De acordo com Fellipe, essas atividades extralaborais ajudam na motivação. “Incentivar uma atividade paralela é importante, como esporte e arte. Atividades culturais nunca são demais, elas enriquecem as pessoas e podem influenciá-las a entrarem nesse mundo”.

Para o analista de TI, toda forma de incentivar cultura e talento é válida. “Quantas pessoas se envolvem com a arte aqui na Dataprev e a gente não sabe? Arte em todas as suas formas, não só a música. Se tivesse uma forma de incentivar isso, seria ótimo. Essa série que conta um pouco sobre a vida dos empregados mostra que a empresa se interessa com a extensão do funcionário, não só com o bem-estar dele dentro do ambiente de trabalho. A gente passa por uma pessoa dentro da empresa e não sabe qual é a história dela. Estimular essas atividades, além da rotina habitual de trabalho, também é uma maneira de integrar os empregados”, conclui.

Quem quiser conhecer mais o trabalho musical de Fellipe Madureira, pode acessar um vídeo do show de lançamento do CD Veni, Vidi, Vici!, da banda Diabo Verde, no YouTube.

Por dentro da Dataprev - Este espaço mostra a vida dos empregados dentro e fora da Dataprev. 

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