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Foto do Data Center Rio de Janeiro com o selo Tier III FacilityO Data Center Rio de Janeiro (DCRJ), da Dataprev, conquistou a classificação Tier III Facility. A informação foi publicada, em agosto, no site do UpTime Institute, organização internacional que atesta o atendimento a requisitos específicos de segurança e disponibilidade da infraestrutura de Tecnologia da Informação e Comunicação. O reconhecimento é um dos resultados do Plano de Ação 2017, que traz as ações indispensáveis para que a empresa consiga atingir seus objetivos estratégicos.

“Parabenizo a todos os empregados da Dataprev, em especial aos que trabalham no DCRJ, por esta importante conquista. Este relevante reconhecimento nos coloca em um patamar diferenciado perante o nosso mercado de atuação”, destacou o presidente André Leandro Magalhães.

Tanto o DCRJ como o Data Center São Paulo já tem o selo Tier III Design desde dezembro de 2016.

“Desde o início do processo de modernização dos nossos data centers, o nosso principal objetivo foi garantir a segurança do nosso maior patrimônio, que são as informações do estado brasileiro. Nada mais importante que uma certificação internacional para atestar que a Dataprev é referência em qualidade no processamento de grandes volumes de dados.  Todos os nossos clientes possuem tratamento isonômico e de alto nível, compatíveis com a nossa responsabilidade de atender cada vez melhor o cidadão”, apontou o diretor de Tecnologia e Operações, Matheus Belin.

“Esta é uma garantia que conseguimos manter nossos investimentos e os processos continuam do jeito que foram desenhados, seguindo as melhores práticas mundiais”, completou o superintendente de Operações, Helton Moreira.

A certificação Tier III Facility atesta que a instalação foi construída conforme o projeto e atende a todos os pré-requisitos para a realização de manutenções sem a necessidade de interrupção da sua operação. Segundo o coordenador de Gestão de Facilities, Eduardo Costa, representantes do Uptime Institute estiveram no DCRJ em junho para fazer testes e avaliar o projeto.

“Durante os testes são isolados quadros elétricos, equipamentos de climatização, caminhos de distribuição de energia para simular uma situação de manutenção e atestar que o data center se mantém em operação nessas situações. É possível isolá-los porque existe uma redundância de equipamentos e caminhos de distribuição”, explica Costa.  

Após os testes, é gerado um memorando pelo instituto avaliando o projeto e solicitando pequenos ajustes. As recomendações foram atendidas e a Dataprev foi certificada.

A modernização do DCRJ foi concluída em 2014, quando o data center ganhou uma nova sala-cofre, de 488 m², e ampliou sua capacidade energética e de refrigeração, imprescindível para futuras expansões. A operação ininterrupta é outro ganho resultante das obras.

Próximos passos

Em setembro acontecem os testes no Data Center São Paulo (DCSP). Após a avaliação da entidade certificadora, a expectativa é que o selo Facility para este ambiente saia em até 60 dias.

Em paralelo, a Dataprev dá andamento aos processos para aquisição da certificação Operational Sustentability, a última do selo Tier III. Foram realizados dois workshops com o Uptime Institute, no RJ e em SP, com avalições prévias da parte de gestão e de documentação dos processos de manutenção. O instituto elaborou relatórios com algumas recomendações para otimizar os processos para que a Dataprev possa alcançar o nível ouro em operação. Quanto maior a maturidade nos processos de gestão e manutenção, melhor a avaliação da empresa.

Novas auditorias estão previstas para avaliar todo o processo de manutenção e a documentação. A previsão é conquistar a certificação Operational Sustentability no primeiro trimestre de 2018.

Em Brasília, o processo para obtenção do selo Design para o DCDF foi assinado e o ambiente deve conquistar a classificação ainda este ano.

Sobre a certificação

O UpTime Institute criou o seu sistema de classificação Tier em meados dos anos 90, com o objetivo de avaliar os serviços de facilities de data centers, do ponto de vista de performance e disponibilidade da infraestrutura.

As classificações Tier (palavra que significa nível ou camada em inglês) são progressivas, do nível I a IV, cada uma delas incorporando os requisitos definidos para as faixas anteriores. A cada faixa, aumentam as garantias de disponibilidade dos recursos de TI e também os custos e a complexidade da operação.