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Da esquerda para a direita, o presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção; o gerente do Departamento de Gestão dos Serviços e Ambientes de TI, Antonio Hobmeir; o superintendente de Operações, Elias Mussi; o gerente do CPRJ, Carlos Henrique Bandeira, e o diretor de Infraestrutura de TIC, Daniel DarlenA Dataprev concluiu com sucesso a movimentação de equipamentos realizada no último final de semana (de 30 de maio a 1º de junho) no Centro de Processamento Rio de Janeiro (CPRJ). A operação, conhecida como “moving”, faz parte de uma ampla modernização do data center, que envolve infraestrutura, base de computadores e outros dispositivos de TI e rede.

“O projeto de modernização do centro de processamento é uma oportunidade de aperfeiçoar a organização geral do data center, promovendo ganho de energia e espaço, entre outros benefícios”, afirma o presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção.

Ao todo, a movimentação entre os ambientes seguros, inclusive para a ocupação da nova sala-cofre, de 488 metros quadrados, mobilizou cerca de 500 computadores (que hospedam mais de 1200 máquinas virtuais), fitotecas de armazenamento de dados e aproximadamente 200 ativos de rede. “Este foi o primeiro passo para a modernização do CPRJ”, explica o diretor de Infraestrutura de TIC da Dataprev, Daniel Darlen. “Impressiona pelo volume de trabalho, pelo número de pessoas envolvidas – cerca de 300 – e de equipamentos movimentados, além da logística complexa da operação.”

Este foi o quarto e o maior  “moving” feito pela empresa desde o início do ciclo de modernização dos centros de processamento, em 2012, quando foi concluído o CPDF, em Brasília, ressalta Darlen. Foi também o maior já executado na América Latina, segundo avaliação da Aceco, empresa fornecedora da sala-cofre.

Desligado a zero hora de sexta-feira (30/5) para dar início ao “moving”, o CPRJ começou a ser religado no sábado (31/5): as redes, às 11h30, e os primeiros servidores, às 15h25 do mesmo dia. Religar os equipamentos do data center é um processo que pode levar até oito horas, obedecendo a uma sequência determinada. Primeiro, a rede; depois, os dispositivos de armazenamento de dados; então os servidores de banco de dados e finalmente os de aplicação.

“É preciso respeitar a sequência lógica da aplicação, em procedimentos rigidamente planejados”, afirma o superintendente de Operações da Dataprev, Elias Mussi. Nesse sentido, diz o gerente do CPRJ, Carlos Henrique Bandeira, “a grande integração entre as diferentes áreas e equipes foi fundamental para que tudo desse certo”.

Segundo moving do Rio — A segunda onda do “moving” do CPRJ está programada para os dias 28 e 29 de junho (um final de semana). Dessa vez, serão movimentados equipamentos de armazenamento de dados (storage) e computadores de grande porte (mainframe) da primeira sala-cofre do CPRJ, que também ganhará nova infraestrutura, como parte do projeto de modernização. A sala tem 114 metros quadrados e foi inaugurada em 1987, a primeira do gênero no continente.

A Dataprev está investindo, desde 2012, cerca de R$ 200 milhões em obras de modernização dos seus três data centers para atingir uma disponibilidade de serviços próxima a 100%. As novas instalações dos centros de processamento de São Paulo e Brasília (CPSP e CPDF) foram inauguradas em 2013 e 2012, respectivamente. Este ano, será entregue a unidade do Rio de Janeiro (CPRJ).