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No palco, especialistas falam sobre inovação para público do HackPUCEm dois finais de semana de programação, o HackPUC 2017 levou ao campus da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) programação, desenvolvimento, inovação, debates, experimentação e conhecimento. O evento chegou ao fim na noite de domingo (30) após premiar jovens pelo desenvolvimento de aplicativos e de negócios prontos para entrar em operação. Além do Hackathon e da Startup Race, uma série de oficinas para públicos de todas as idades, duas exposições, painéis e debates com grandes nomes de empresas privadas e públicas aconteceram em seis dias de HackPUC.

Matheus Belin, diretor de Tecnologia e Operações (DIT) da Dataprev, acompanhou as apresentações de ideias de negócios da Startup Race e destacou o papel da empresa na mentoria dos projetos, entre eles, um ligado à prestação de serviços para atendimento de políticas sociais.

“Três coisas chamaram a minha atenção no HackPUC. Conhecemos ideias, falamos de inovação e aprendemos com os participantes melhores práticas de comunicação. Essa troca é fundamental para a Dataprev ser conhecida por públicos além do governo. No Brasil e fora do país, as soluções que desenvolvemos serão vitrine de como atender melhor o cidadão”, concluiu o diretor. O negócio Fila Direta, que chamou a atenção de Matheus, ficou entre as três ideias premiadas na Startup Race. Mais de 20 propostas foram apresentadas.

Edgard Prates, superintendente de Atendimento (SUAT) da Dataprev, foi um dos mentores volantes da Startup Race e ficou satisfeito com as discussões que acompanhou. “Os participantes têm uma visão de negócio diferente da que estamos acostumados. Dois projetos, em especial, me atraíram. Um sobre conciliação virtual, o 100processo, que foi o primeiro colocado na competição, e outro que propunha levar atendimento psicológico virtual a usuários. No contexto social, essas ideias podem ajudar muito, elas têm potencial de levar acesso e dar informações para um público que não pode pagar por tais serviços”, defendeu. A presença da Dataprev no festival também foi elogiada pelo superintendente. “Apresentar a empresa em atividades deste tipo nos coloca em outro patamar de gestão. No HackPUC, nós posicionamos a Dataprev para a academia e junto a empresas de grande porte”, concluiu.

Antonio Hobmeir, assessor da Presidência da Dataprev, que fez uma palestra sobre Blockchain em empresas públicas de TI e participou da mentoria volante da Startup Race, também enfatizou a importância de a empresa estar presente em espaços como o HackPUC. “A Dataprev tem que estar antenada, atenta às tecnologias disruptivas. A melhor maneira de conseguir isso é estar em eventos como este. Aqui cumprimos o nosso papel social de ouvir e atuar para a sociedade”, explicou. Das ideias apresentadas na Startup Race, Hobmeir destacou um projeto para encontrar crianças que se perdem dos pais por meio de QR code em pulseiras e a proposta de gameficar processos de recursos humanos para bonificar o empregado, que foi a segunda colocada na competição. “Esses projetos demonstram que a academia está antenada não apenas para a tecnologia, mas para a aplicabilidade desta tecnologia. Essas ideias estão prontas para virar negócio, são inteligentes”, ressaltou.

Além da mentoria da Startup Race e da palestrada no HACKTUDO, a Dataprev foi representada no segundo fim de semana de HackPUC por Leonardo Cezar, coordenador-geral de Tecnologia de Desenvolvimento de Software (CGTD), que participou do painel Novas Perspectivas para Desenvolvedores; Hermes Dourado, superintendente de Relacionamento com Clientes (SURL); e Edmar Ferreira, gerente de conta de novos negócios. Ambos auxiliaram na mentoria volante da Startup Race. Todos os painéis e palestras do HackPUC estão disponíveis em vídeo na página do evento no Facebook. O festival é um dos patrocinados pela Dataprev via Lei do ISS do Rio.