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Rodrigo Fontenelle se apresenta durante 8ª reunião da Rede GIRC, que foi realizada na Dataprev e debateu riscos estratégicos.A Rede de Governança, Integridade, Riscos e Controles (GIRC) conta com representantes de 75 instituições da Administração Pública federal e se reúne mensalmente de maneira itinerante. Na última quinta-feira (7), a Dataprev recebeu a 8ª reunião da rede, que debateu riscos estratégicos. A escolha do tema foi feita por votação na comunidade da rede na Ond@, acesso disponibilizado pela Dataprev para contato permanente dos participantes da GIRC. Isabela Ribeiro Damaso Maia, chefe do Departamento de Riscos Corporativos e Referências Operacionais do Banco Central do Brasil, Priscila Escórcio de França, coordenadora-geral de Integração e Desenvolvimento Institucional do Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU), e Rodrigo Fontenelle A. Miranda, chefe da Assessoria Especial de Controles Internos do Ministério do Planejamento, apresentaram a metodologia adotada ou em implantação em cada órgão para mitigar riscos estratégicos.

A primeira apresentação do encontro foi feita por Priscila Escórcio de França. De acordo com a coordenadora-geral, a metodologia de gestão de risco adotada atualmente pela CGU foi implantada em abril tendo como palavra de ordem a simplificação. O órgão segue um modelo descentralizado com sete etapas, sendo iniciado com a definição de um plano de gestão de riscos que resulta na implantação de um plano de tratamento e posterior avaliação estratégica. O modelo de risco do Banco Central foi apresentado por Isabela Ribeiro Damaso Maia. A chefe do Departamento de Riscos Corporativos e Referências Operacionais destacou que a gestão de riscos vai muito além do controle, também é uma importante prática de apoio a decisão estratégica.

A última fala do evento foi de Rodrigo Fontenelle A. Miranda. Fontenelle explicou que, diferentemente das demais experiências apresentadas, o Ministério do Planejamento ainda está implantando sua metodologia de gestão de riscos estratégicos. Segundo o chefe da Assessoria Especial de Controles Internos, a metodologia leva em consideração os objetivos estratégicos do ministério, dimensiona o risco como político, tecnológico, etc. e se diferencia de uma metodologia de gestão de riscos de processos. Após a apresentação de Rodrigo Fontenelle foi aberto um espaço para debate. Os empregados que não acompanharam o evento podem acessar os slides na comunidade Gestão de Riscos Corporativos, na Ond@. A próxima reunião da GIRC está prevista para agosto, quando a rede completará um ano de existência.