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MPS, Dataprev, INSS e Previc assinam Termo de Compromissos de Resultados

Enviado por Dataprev - Quinta, 12 de dezembro de 2013

As entidades que compõem a Previdência Social – MPS, INSS, Dataprev e Previc – assinaram Termos de Compromisso de Resultados em solenidade, em 11 de dezembro de 2013, no Ministério da Previdência Social, em Brasília (DF). É a primeira vez no governo federal que todas as entidades de uma mesma pasta se comprometem, de forma conjunta, por meio de termos de compromissos alinhados entre si e que têm por referência o Mapa Estratégico da Previdência Social, vinculado ao Plano Plurianual 2012-2015.

“O compromisso é com o resultado. Mas no nosso caso, o resultado é o bem-estar do segurado”, afirmou o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, na solenidade de assinatura. Após reconhecer as metas alcançadas em 2013 e agradecer as contribuições individuais de todos os colaboradores das quatro entidades, o ministro afirmou esperar que em 2014 seja feito ainda mais.

Segundo Garibaldi Filho, diante de metas ambiciosas, planejamento estratégico bem elaborado e executado é parte essencial para que a instituição alcance seus objetivos de melhor atender ao cidadão. “Sou testemunha diária do compromisso que as pessoas que trabalharam com a Previdência têm por ela”, afirmou.

Para o presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Lindolfo Sales, o trabalho do Instituto é feito em atenção às metas acordadas, dispensando qualquer tipo de improviso. “O planejamento se concretiza no dia a dia. É um constante processo de planejar, realizar e avaliar”, disse. Ele ressaltu ainda que “para que tudo seja feito de forma melhor (e sempre há onde melhorar), a chama da inovação deve ser mantida acessa”.

O presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção, lembrou da percepção de excelência que tinha do planejamento estratégico da Previdência Social ainda enquanto atuava em outra pasta de governo. Para o superintendente da Previc, José Maria Rabelo, o planejamento, além de uma ferramenta, é também uma responsabilidade. “É por meio dele que nos comprometemos com os beneficiários”, frisou.

O secretário-executivo do Ministério da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, relatou o histórico do planejamento estratégico na Previdência Social. “Lá no começo do século, quando o planejamento teve de ser fortalecido principalmente por causa da criação da controladoria, era impensável que um dia alcançaríamos a excelência que temos hoje”.

Para Carlos Eduardo Gabas, o trabalho não é apenas das autoridades e dos gestores, mas um reflexo da ação de todos os demais colaboradores da Previdência Social. “ As melhorias estão é no cotidiano, nos pequenos processos diários”, observou o secretário-executivo do MPS.

Elaboração do Plano de Ação Integrado 2014 – Gestores de planejamento estratégico e inovação institucional das quatro Casas tiveram a oportunidade de apresentar o processo de elaboração do Plano de Ação Integrado 2014 (PAI), ao qual cada entidade está obrigada por meio do Termo de Compromisso de Resultados. No MPS, as etapas foram apresentadas por Nicir Chaves, assessora de Gestão Estratégica e Inovação Institucional.

Apresentaram também os processos de elaboração no âmbito das respectivas entidades Cibele Castro, coordenadora geral de Planejamento e Gestão Estratégica do INSS; Maurício Oliveira, coordenador geral de Planejamento e Organização da Dataprev; e Amable Zaragoza, coordenador geral de Projetos Especiais da Previc.

* Com informações da Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Previdência Social


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TI para excelência de serviços é tema de apresentação da Dataprev em fórum

Enviado por Dataprev - Terça, 12 de novembro de 2013

Foto: Melissa Miotto/INSS

As Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) como fator chave para a excelência dos serviços foram o tema da apresentação do presidente da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev), Rodrigo Assumpção, no Fórum Mundial de Seguridade Social, realizada hoje (12), em Doha, no Qatar. A mesa de debates contou a participação de representantes de instituições de seguridade social da Espanha, da Índia, da Itália, da Tanzânia, do Azerbaijão e da Polônia. Também estão presentes no fórum, que vai até dia 15, o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, a diretora de Atendimento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Cinara Wagner Fredo, e a assessora de Comunicação do INSS, Melissa Miotto. Promovido pela Associação Internacional de Seguridade Social (AISS), o fórum vai reunir cerca de mil participantes, entre ministros de Estado, dirigentes e formuladores de políticas públicas de 120 países.

Entre as iniciativas que a AISS estuda para o Plano de Trabalho da entidade no próximo triênio — 2014 a 2016 — está a definição de um conjunto de serviços e produtos de tecnologia a ser adotado como padrão por instituições e políticas públicas de diferentes países, de forma compartilhada e, quando preciso, integrada.

De acordo com Assumpção, interoperabilidade, mobilidade, segurança e privacidade são os principais aspectos a serem considerados no uso da tecnologia para o desenvolvimento de programas sociais integrados e de larga escala. “As TIC têm um papel crucial para a seguridade social”, afirma. “Promovem aperfeiçoamentos na qualidade e na performance dos serviços, por meio da automação dos processos e da inovação nas formas de atender e beneficiar a população.”

Outros fatores de sucesso nos projetos, diz, são práticas consistentes de gestão e governança das TIC e a escolha de ferramentas padronizadas, como previsto para o próximo plano da AISS. O compartilhamento de recursos estratégicos e de plataformas operacionais permite a integração dos programas e das políticas públicas de seguridade social, favorecendo a coordenação de processos de negócios com múltiplos atores, explica Assumpção.

Uma plataforma comum de produtos e serviços de TI para as entidades de seguridade social deveria prever, na opinião do executivo, não apenas componentes de software, mas também a especificação dos sistemas.

Na entrega direta dos serviços ao cidadão, as tecnologias da informação e comunicação, por sua vez, implementam os chamados serviços eletrônicos (e-serviços) que podem dar acesso a operações 24 horas por dia, sete dias por semana. “Nesse sentido, as tecnologias web ainda são as mais utilizadas, mas as aplicações móveis ganham importância crescente”, avalia o presidente da Dataprev.

Para a melhor eficácia dos projetos, Assumpção defende uma governança das TIC que alinhe as estratégias tecnológicas às metas das instituições, ao mesmo tempo em que assegure qualidade e uma relação entre custo e benefício efetiva aos investimentos. “A gestão de TIC envolve recursos e sistemas chave, como bases de dados e aplicações, acompanhamento sistemático de contratações com base no retorno dos investimentos (ROI) e a administração da disponbilidade dos serviços na seguridade social, por exemplo, por meio de Acordos de Nível de Serviço (SLA)”.


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Dados e Informações Orçamentárias - 2013

Enviado por Euris Santos Araújo - Segunda, 29 de abril de 2013

Baixe aqui o arquivo com os dados orçamentários da Dataprev de Janeiro a Outubro de 2013.


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Evento discute ferramentas para consolidar indicadores de apoio à gestão

Enviado por Verônica Couto - Terça, 19 de março de 2013

A Dataprev está desenvolvendo um Painel de Gestão da Informação Interna, que vai consolidar os principais indicadores operacionais da empresa para subsidiar a tomada de decisões pela diretoria. O protótipo do painel e a sua metodologia de construção foram apresentados nesta terça-feira (19), em Brasília, durante o 42º Fórum de TIC da Dataprev, sobre Soluções de Painéis para Gestão Estratégica.

No evento, realizado na sede do Ministério da Previdência Social, também demonstraram experiências com ferramentas de monitoramento representantes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, do Centro de Operações Rio – central de controle urbano da Prefeitura do Rio de Janeiro, e da IBM Brasil.

O Painel de Gestão da Informação Interna da Dataprev trabalha com macroprocessos identificados como relevantes, que passam a contar com indicadores, métricas de acompanhamento e análises, explicou Márcio Souza Paula, gerente do Departamento de Controladoria (foto).

Entre eles estão elementos como visão estratégica, atendimento ao cliente, desenvolvimento e oferta de serviços, pessoas, recursos financeiros, suprimentos e logística, bens e equipamentos, etc. Os indicadores que se desdobram dessas diferentes áreas incluem, por exemplo, tempo médio de atendimento ao cliente, índice de satisfação do usuário ou indicador de produtividade das Unidades de Desenvolvimento de Software (UDs), entre muitos outros.

“Temos muitas informações, mas é preciso construir um painel de fácil entendimento, com dados efetivamente estratégicos e que tenha foco”, afirmou Souza Paula. “No caso da Dataprev, o foco é a gestão da informação interna, para atender à diretoria da empresa.”

Na experiência do INSS, a ênfase é o atendimento ao segurado. Cléo Santos, coordenadora-geral de Controle e Avaliação da Rede de Atendimento do INSS, projetou as telas da Sala de Monitoramento da instituição em tempo real, para descrever o sistema capaz de acompanhar o desempenho das 1.320 Agências da Previdência Social (APS) fixas e também de outras fontes. Pode-se verificar, em qualquer unidade, o tempo de espera para atendimento de perícia médica no momento da consulta, se há circuitos de comunicação fora do ar, quantas pessoas estão aguardando, etc. De acordo com Robinson Nemeth, coordenador de suporte à rede da mesma coordenadoria, a Sala de Monitoramento vai ganhar uma nova versão ainda este ano, com acessos previstos para dispostivos móveis, como tablets e telefones celulares.

Míriam Chaves, do Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão (MPOG), destacou a importância dos painéis de monitoramento para o efetivo acompanhamento de políticas públicas – como o programa Brasil Sem Miséria –, não só pelos gestores no Governo federal, mas também por parte da sociedade. Nesse sentido, defendeu a publicação dos dados em padrões abertos, para que possam ser acessados por todos os cidadãos, cruzados e avaliados sob novas óticas.

“A base da lógica é que os dados estejam abertos para quem forneceu as informações e também para  os demais – governo ou sociedade”, disse. Objetivo, entre outras iniciativas, do Portal Brasileiro de Dados Abertos (dados.gov.br), lembrou.

Alexandre Cardeman, chefe-executivo de Tecnologia do Centro de Operações Rio, mostrou ao participantes do evento a grande sala de controle construída pela Prefeitura do Rio de Janeiro, onde se reúnem profissionais de todos os prestadores de serviços públicos para acompanhamento e resposta a incidentes.


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Dados e Informações Orçamentárias - 2012

Enviado por Euris Santos Araújo - Segunda, 18 de março de 2013

Baixe aqui o arquivo com os dados orçamentários da Dataprev de Janeiro a Dezembro de 2012.


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