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Sistemas da Receita são customizados para o padrão ODF

Enviado por Jorge de Castro - Terça, 12 de abril de 2011

Dois importantes sistemas desenvolvidos pela Dataprev para a Receita Federal são o Safis (Sistema de Auditoria Fiscal) e o Siscol (Sistema de Cadastramento Online de Débitos). Agora, essas duas ferramentas, que já funcionam em plataforma baixa, têm mais uma novidade: ambas estão customizadas para gerar arquivos em formato ODF (Open Document Format).

A determinação da Receita para que os aplicativos criassem arquivos em formato livre saiu em novembro do ano passado. Três meses depois, os dois sistemas já estavam modificados. “A demanda deles era para que nós alterássemos nos sistemas a forma de gerar arquivos. Ao invés de gerar em formato proprietário (.DOC ou . XLS) eles queriam que as duas ferramentas gerassem formatos ODF”, explica o gerente do Departamento de Produtos Receita, Gestão e Contencioso, Marcos Dantas Barros.

Segundo ele, a maior dificuldade encontrada pela Divisão de Produtos de Receita e Fiscalização, equipe responsável pela execução dessa demanda, foi pesquisar pela melhor solução. “Definido como iríamos fazer, desenvolver isso no sistema foi simples”, garante Dantas.

Basicamente, o que os técnicos da Dataprev fizeram foi acionar os aplicativos do BROffice (que em breve se chamaŕá LibreOffice) para que os arquivos fossem gerados em formato livre. Quando o usuário pede que um dos dois sistemas gere uma planilha, por exemplo, o aplicativo abre o Calc, insere as informações na planilha e salva o arquivo. O documento é então repassado ao sistema que apresenta o arquivo ao usuário. “Todo esse trabalho é feito internamente, sem que o usuário perceba que a ferramenta está executando essas ações”, completa.

O que é? O Safis é o sistema de auditoria que apoia o trabalho de campo do auditor fiscal. Já o Siscol é uma ferramenta que fica instalada nas delegacias e unidades de atendimento da Receita Federal. É o sistema que faz o cadastramento dos débitos e recebe os resultados dos auditores, depois das fiscalizações.


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IRPF: Demonstrativo de benefício da Previdência já pode ser acessado

Enviado por Emerson Luis - Quarta, 02 de março de 2011

Os comprovantes de rendimentos para a declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (DIRPF), dos 28 milhões de benefícios da Previdência Social, estão disponíveis na página da Previdência Social, na Agência Eletrônica de Serviços ao Segurado (Extrato para Imposto de Renda). Para ter acesso, será preciso o número do benefício, a data de nascimento, nome do beneficiário e o CPF. O documento também já pode ser retirado nas Agências da Previdência Social.

A novidade esse ano é a emissão do comprovante pelos bancos pagadores de benefícios. De acordo com o gerente da Divisão de Produtos de Pagamento de Benefícios (DIPB), Claudio Martins Medrado, o novo procedimento tem como objetivo livrar o INSS de gastos com postagens. Segundo o gerente da DIPB, uma nova rotina foi desenvolvida para gerar os dados dos mais de 8 milhões de comprovantes para os bancos. “Tivemos que criar uma interface de repasse desses dados. Desenvolvemos programas para gerar e transferir esses arquivos para a rede bancária.”, afirma Medrado. Segundo ele, os bancos receberam os dados para a emissão no segundo dia útil de fevereiro.

Os comprovantes são enviados para os segurados cujo benefício mensal foi igual ou superior a R$ 749,57, que é a metade do valor do limite de isenção para pessoas com idade superior a 65 anos, de R$ 1.499,15 em 2010. O segurado que não receber o documento até o dia 28 de fevereiro, poderá solicitar o envio por meio da Central 135, pelo site do Ministério da Previdência Social ou nas Agências da Previdência Social.

Os segurados que já têm senha registrada deverão usá-la para ter acesso ao comprovante. Os que esqueceram o código de acesso deverão procurar uma agência da Previdência Social para fazer nova senha. Quem nunca teve senha terá acesso direto ao comprovante após preencher as informações solicitadas pelo site.

O demonstrativo ficará disponível na internet para todos os beneficiários do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) porque pode ser usado como comprovante de renda. A Receita Federal do Brasil (RFB) receberá as declarações entre os dias 1º de março e 29 de abril de 2011.

* Com informações do Ministério da Previdência Social


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Migração de dados para plataforma baixa entra em fase decisiva

Enviado por Daniella Clark - Sexta, 06 de agosto de 2010

A migração de dados e sistemas de mainframe para plataformas abertas – parte do processo de modernização tecnológica em andamento na Dataprev – está em sua fase decisiva. Em jogo estão 7,3 milhões de linhas de código que são representadas por Ordens de Serviço (OS), unidades de repasse do serviço contratado, em que todas as linguagens são convertidas em Java. O processo – acordado e acompanhado por órgãos de controle – envolve programas críticos do INSS e da Receita Federal do Brasil e dados fundamentais para garantir a concessão de direitos aos cidadãos.

Do total atual de 60 Ordens de Serviço, 85% foram abertas até 23 de julho. Cada ordem de serviço é composta principalmente pelas etapas de conversão do código para Java e de testes feitos pela Dataprev, além da homologação do cliente e da implantação.

Um marco importante de todo esse processo foi concluído no último dia 16 de julho, quando dados hospedados no mainframe MV2, no Centro de Processamento São Paulo (CPSP), que envolvem os sistemas da Secretaria da Receita Federal do Brasil, passaram a operar em plataforma baixa. Isso significa que o cliente já está acessando um sistema – o Dívida Old – nesse ambiente.

Para entender esse e outros avanços do processo, veja abaixo a entrevista com Marco Antonio Marques Pombo, assessor da presidência e responsável pelo acompanhamento do Projeto Migração na Dataprev:

1) Qual o panorama hoje do processo de migração para plataforma baixa em andamento na empresa? Em que estágio está o projeto?

O primeiro mainframe Unisys que deverá concluir a migração para baixa plataforma é o mainframe CV2, que processa os sistemas do CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais). Terminamos a fase de testes e estamos na fase de validação dos dados migrados.

Em paralelo ao desligamento do CV2 está o andamento dos trabalhos de conclusão para a migração dos serviços do MV2, que processam os serviços da Receita Federal do Brasil (RFB) e da Procuradoria Geral da União (PGU). Estamos atualmente trabalhando intensamente na fase de testes dos sistemas convertidos e homologação. O Consórcio Bricon (responsável pelo processo de migração) está concluindo algumas ordens de serviço da fase de conversão. Nossa previsão é que o término dos serviços no MV2, de São Paulo, ocorra até dezembro de 2010.

Também da mesma forma, vem ocorrendo a migração dos sistemas residentes no mainframe CV3 (hospedados no Cosme Velho), que trata exclusivamente das aplicações do INSS e se encontra no mesmo processo de conversão, testes e homologação.

2) Pode-se dizer que a migração está em sua fase decisiva?

No ambiente do CV2, para a grande maioria das ordens de serviço, estamos na última fase do processo de migração, que é a implantação. Em relação ao  MV2,  a ordem de serviço  Dívida Old encontra-se em produção e, ainda, vale informar que, para um curto espaço de tempo, há a perspectiva de implantarmos mais três ordens de serviço. Para o CV3 estamos finalizando o processo de implantação de duas Ordens de Serviço, especificamente BMD1 (Boletim Mensal de Desempenho da Área de Benefício) e BMD2.

3) Quais os desafios hoje enfrentados nesse processo?

O principal desafio encontrado no processo de migração é promover a mudança cultural dos funcionários da Dataprev, em função de que há anos estão acostumados ao ambiente do mainframe. Estamos falando de novas tecnologias, novas formas de pensar, novos ambientes, enfim, uma diversidade enorme de desafios a enfrentar.

4) Quais os principais benefícios dessa migração?

O processo de migração, que é uma opção tecnológica em código aberto, colocará a Dataprev com um grau maior de independência com relação a quaisquer fornecedores, seja de hardware ou software, e tem como principais benefícios a melhoria da capacidade de processamento, redução dos custos e, como já foi dito anteriormente, a independência tecnológica.

5) Pode-se dizer que esta é uma das maiores migrações em curso no mundo, com a utilização de conversores automáticos?

Sim. É um processo que envolve a migração de cerca de 70 sistemas desenvolvidos em Cobol e aproximadamente 7,3 milhões de linhas de código. É uma migração tecnológica tão diversa e de tamanha magnitude que vem despertando a curiosidade de algumas organizações, tanto do âmbito nacional como também internacionalmente.

6) Qual a importância dessa migração dentro do projeto de modernização tecnológica da empresa?

O processo de migração de dados e sistemas substituirá uma tecnologia proprietária por plataformas de código aberto e é parte complementar ao projeto de modernização tecnológica, que acontece na Dataprev desde 2008.

A importância do processo está, basicamente, em melhorar a capacidade de processamento, com redução de custos e sem perda da qualidade dos serviços prestados aos clientes.

Como resultado desta modernização tecnológica a empresa poderá cruzar, com mais facilidade e velocidade, diferentes bancos de dados e propiciar aos seus clientes informações mais rápidas, bem como reduzir significativamente seus custos diretos com relação a hardware e software.


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O que a Dataprev está migrando?

Enviado por Dataprev - Quarta, 07 de outubro de 2009

Desde o ano passado a Dataprev está migrando todos os sistemas de grande porte de benefícios, hospedados no mainframe Unisys chamado de CV3, bem como os sistemas da Secretaria da Receita Federal do Brasil, relativos a antiga Receita Previdenciária (localizados no mainframe Unisys denominado MV2). Além disso, está migrando também outros sistemas, em processamento na plataforma alta chamada de CV2, onde também estão hospedadas algumas bases do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS).

Tanto o CV2 quanto o CV3 estão localizados no Centro de Processamento Rio de Janeiro (CPRJ). Já o MV2, funciona no CP São Paulo.

 


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CNIS - Cadastro Nacional de Informações Sociais

Enviado por Dataprev - Domingo, 26 de julho de 2009

Projeto do governo federal, o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) é um sistema responsável pelo controle das informações de todos os segurados e contribuintes da Previdência Social. Desde sua criação, em 1989, armazena as informações necessárias para garantir direitos trabalhistas e previdenciários aos cidadãos brasileiros.

Além de permitir o reconhecimento automático de direitos previdenciários, o CNIS dificulta a concessão de benefícios irregulares, permite melhor controle da arrecadação e serve de subsídio ao planejamento de políticas públicas.

Hospedado nos computadores da Dataprev, contém mais de 216 milhões de informações de pessoas físicas e jurídicas, 530 milhões de vínculos empregatícios, 14 bilhões de dados de remunerações e outros 2 bilhões de contribuições.

Processamento – Para compor o CNIS, a Dataprev recebe e processa o conteúdo recebido de diversos órgãos governamentais. O cadastro de pessoa física, por exemplo, é formado pelos dados enviados pela Caixa Econômica Federal, provenientes do PIS; pelo Banco do Brasil, do Pasep; e pela própria Previdência, quando se trata de contribuintes individuais, empregados domésticos, segurados especiais, facultativos ou beneficiários.

Já o cadastro de pessoas jurídicas é mantido com dados enviados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil e também com os dados do Cadastro Específico do INSS (CEI).

Há ainda informações sobre vínculos e remunerações provenientes da Guia do Fundo de Garantia de Informações Previdenciárias (GFIP), da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), além dos dados sobre contribuições atualizados pela Guia da Previdência Social (GPS).

Esse conteúdo é armazenado em quatro grandes bases de dados – conforme a sua natureza – e é atualizado por meio de diversos processos e aplicativos online, disponíveis na internet para uso dos segurados. Para os servidores do INSS que prestam atendimento ao público nas Agências da Previdência Social (APS), esse conteúdo é acessado por meio dos sistemas internos da Previdência Social (Intranet).

Modernização – Com o objetivo de implementar os novos processos de negócios modelados pelo INSS, tornar a base de dados mais segura e reduzir a dependência de tecnologias proprietárias, a Dataprev está modernizando o CNIS. As bases de dados do Cadastro estão sendo migradas do ambiente mainframe para plataforma aberta, com o desenvolvimento dos sistemas em plataforma J2EE, que substituirão os atuais.


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