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Atualizado em: 
qua, 15/10/2025 - 14:57

Juliana Ferris, responsável pela área de Produtos de Dados e Analytics, participou do Hacktudo, festival de cultura digital encerrado no domingo (12), no MAM, o Rio de Janeiro

Qualificação dos dados é chave para IA no setor público, diz superintendente da DataprevUm dos maiores desafios para aplicação da Inteligência Artificial no setor público brasileiro “é a qualificação dos dados, que, embora existam em grande volume, requerem maiores e constantes estruturação e qualificação para sustentar as aplicações de IA nos serviços públicos”, avaliou a superintendente de Produtos de Dados e Analytics da Dataprev, Juliana Ferris, durante o Hacktudo, festival de cultura digital, que se encerrou no domingo (12), no Museu de Arte Moderna (MAM), no Rio de Janeiro. Essa qualificação, diz Juliana, está sendo feita por meio de ferramentas avançadas de análises e cruzamentos entre bases interoperáveis, que incluem informações relacionadas a previdência, trabalho, saúde, educação, território, entre outras. 

Juliana participou do painel “Dados que transformam: O papel da IA na inclusão social, cidadania e políticas públicas”, na quinta-feira (9), dia de abertura do Hacktudo, ao lado de Tatiana Roque, vereadora e secretária municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro, com mediação de Polinho Mota, coordenador de Dados e DPO do Data Labe, um laboratório de dados e narrativas na favela da Maré – Rio de Janeiro, formado por jovens moradores de territórios populares.

A estratégia de abordagem da IA na Dataprev, segundo a superintendente, também se baseia em investimentos em infraestruturas de computação em nuvem, com tecnologias de diferentes fornecedores, para assegurar autonomia operacional e fortalecimento dos requisitos de soberania dos dados.

Qualificação dos dados é chave para IA no setor público, diz superintendente da DataprevAtualmente, a tecnologia de IA tem sido aplicada na empresa, principalmente, para apoiar o processo de tomada de decisões dos clientes, tornando-o mais ágil e rico em subsídios – “não para decidir de forma autônoma”, destacou Juliana.

O protagonismo assumido pelos dados, alerta a superintendente da Dataprev, requer uma atenção redobrada à gestão das informações, à inclusão social e à capacitação e educação da população, uma vez que a tecnologia potencializa as formas de melhorar o serviço público, mas também os riscos de fraudes. “É importante as pessoas terem consciência de que seus dados têm valor e estarem informadas sobre como e onde serão utilizados”, alertou.

O Hacktudo é um evento que reúne maratonas de programação (hackathons), conferências, oficinas, exposições, atividades digitais interativas. A Dataprev é uma das patrocinadoras do festival, que também conta com o apoio do Ministério da Cultura, da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e da Secretaria Municipal de Cultura.